bate à porta, bate...
o som da madeira que se embrenha
por um abrir de porta que seja só meu...
(é bom ver-te chegar...)
domingo, 1 de março de 2009
islândia
espera...
no início do ciclo - o segredo
pano cru manchado com o sangue mais escuro
espero... como quem espera o poder da sombra inacabada
a desvendar a luz
pano cru manchado com o sangue mais escuro
espero... como quem espera o poder da sombra inacabada
a desvendar a luz
poema antigo
as palavras recuperam o poder das cinzas
tornam-se brasas
única chama a extinguir as sombras mais escuras
tornam-se brasas
única chama a extinguir as sombras mais escuras
depois da noite- a água
há um agregar de imagens no contorno do gesto
a linha plena puxa a alavanca inerte do sonho
e alimenta balões prestes a explodir
na quantidade exacta do oxigénio aguardado à séculos
há também uma rede difusa escondida por detrás da tranquilidade
os muros desfazem-se na trégua de te saber nebuloso
calas-te...
entre a noite e a água todos os meus momentos são teus...
a linha plena puxa a alavanca inerte do sonho
e alimenta balões prestes a explodir
na quantidade exacta do oxigénio aguardado à séculos
há também uma rede difusa escondida por detrás da tranquilidade
os muros desfazem-se na trégua de te saber nebuloso
calas-te...
entre a noite e a água todos os meus momentos são teus...
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